Este livro reúne um conjunto de textos a que chamámos "ensaios humorísticos", designação que, tendo em conta a relativa má reputação do humor e dos humoristas pode, à primeira vista, constituir um oxímoro. E, no entanto, é de ensaios humorísticos que falamos aqui - até porque, além de tudo o mais, Benchley foi uma espécie de enciclopedista do humor. A sua produção é tão vasta e variada que parece não ter sobrado nenhum tema no qual ele não tenha detido um olhar humorístico: quer os temas mais fáceis e acerca dos quais toda a gente tem uma opinião (como a morte, o amor ou a guerra), quer os temas mais difíceis, e sobre os quais - não por acaso - os filósofos têm tido mais relutância em reflectir (como a febre dos fenos, as enguias ou as casas de banho).
O seu amigo James Thurber diria que um dos maiores medos de qualquer humorista era passar três semanas a trabalhar numa ideia e depois descobrir que Benchley já tinha feito o mesmo mas melhor e mais depressa. [...] Robert Benchley foi um humorista a quem os mestres chamavam mestre. Não é para todos.
Works, including How to Sleep, the film of 1935, and My Ten Years in a Quandary, the book of 1936, of Robert Charles Benchley, humorist, critic, and actor, often pitted an average American against the complexities of modern life.
People best knew Robert Charles Benchley as a newspaper columnist. He began at the Lampoon and meanwhile attended Harvard University and wrote many essays and articles for Vanity Fair and The New Yorker. From New York City and his peers at the Algonquin Round Table, short style brought acclaim, respect, and success to Benchley to contemporaries in the burgeoning industry.
Benchley contributed best remembered influential topical or absurdist essays to The New Yorker. He also made a name in Hollywood, when his popular success won best short subject at the academy awards of 1935, and his many memorable appearances in such as Foreign Correspondent of Alfred Joseph Hitchcock and a dramatic turn in Nice Girl?. He wrote his legacy in numerous short appearances.
"WIT" reúne alguns textos de Robert Benchley. Nem sempre hilariantes, intemporais, ou inteligentes, são constantemente sublimes na forma como abordam as suas temáticas.
"WIT" reúne alguns textos de Robert Benchley. Nem sempre hilariantes, intemporais, ou inteligentes, são constantemente sublimes na forma como abordam as suas temáticas.
Com o seu estilo muito próprio, Robert Benchley, popular e influente humorista (entre outras coisas), deixou-nos uma série de ensaios onde, por entre exageros, analogias, jogos e palavras e absoluto disparate, aborda os temais mais variados e improváveis que se possam imaginar.
Diverti-me bastante com alguns dos ensaios aqui reunidos... com outros, nem por isso, mas não deixo de apreciar a competência de Benchley na intrincada tarefa que é fazer rir os outros, genuinamente.