В книге «Креативность действия» Ханс Йоас излагает основы прагматистской теории действия. Главная идея книги заключается в том, что к доминирующим в социальных науках моделям рационального и нормативно-ориентированного действия следует добавить третью модель, отражающую креативный характер человеческого действия и рассматривающую допущения теории действия, касающиеся интенциональности, индивидуальной автономии действующего субъекта и инструментализации тела. Теоретико-исторические, систематические и прикладные разделы книги служат одной общей цели — раскрыть смысл и учесть креативный характер человеческого действия. Это важно как для развития социологической теории, так и для адекватного понимания современности, созданной человеческим действием.
чи не єдина мікро-теорія, яка намагається подолати розрив "structure-agency". загалом, книга цікава. в першому розділі автор розбирає теорії класиків - чи є в них поняття креативності важливим (відповідь: так, є). в другому розділі Йоас показує, які були способи ввести креативність в теорію, не використовуючи саме поняття "креативність" (і пропонує п'ять понять, які раніше використовувалися, щоб ввести елемент креативності в теорію). в третьому розділі нарешті викладаються основні поняття креативності дії (і це дуже цікава концепція, яка вводить ідею тілесності, але з іншого боку, ніж теорія Латура). але от четвертий розділ - намагання креативність дії прикласти до макро-явищ та макро-процесів. і тут автору це далося важко, і не завжди переконливо. але загалом вся праця оригінальна та цікава
Segundo Paulo César Alves, no artigo A teoria sociológica contemporânea, da superdeterminação pela teoria à historicidade , Hans Joas é um dos representantes das novas sociologias produzidas a partir da década de 1970. Mais especificamente, ele é tratado como representante da teoria da ação criativa. Em comum, as novas sociologias — entre elas, a própria teoria da ação criativa de Joas — têm sua nítida contraposição em relação à sociologia produzida entre 1940 e 1970, marcada pelo caráter nomotético e uni-paradigmático. Nesta onda multiparadigmática é que autores como Pearce, Mead e Dewey foram resgatados e serviram de inspiração para autores como Hans Joas. Às novas sociologias, interessa dar conta de questões antes negligenciadas — em favor de uma ciência positiva e institucionalizada —, como a historicidade e a criatividade da ação, tema da principal obra de Hans Joas. Aqui, ele busca apontar uma tipologia que caracteriza as formas mais importantes sob as quais a idéia de criatividade apareceu e se tornou influente na história das ciências sociais. Para tanto, ele busca termos utilizados por outros autores que podem estar diretamente associados à noção de criatividade, ou seja, quer extrair de outros autores já conhecidos fontes para compreender a dimensão criativa da ação humana. As expressões que ele seleciona são: (i) expressão — do trabalho de Johann Gottfried Herder —, que circunscreve a criatividade em relação ao mundo subjetivo do ator; (ii) produção e (iii) revolução de Marx — sendo que produção está associado ao caráter objetivo da criatividade, enquanto que revolução diz respeito ao potencial da criatividade humana em relação a mudanças no mundo social; (iv) vida, retirada da filosofia da vida, em que criatividade aparece como algo mais profundo que a própria ação humana; e (v) inteligência, retirada do pragmatismo, referindo-se à possibilidade do indivíduo de auto-reconhecimento. A idéia de Joas é sintetizar estas cinco idéias, de modo que, ao fim de seu trabalho, ele mostra como estes elementos devem ser reconsiderados e reestruturados a partir de uma nova conceituação de ação não apenas como produto da ação voluntária dos indivíduos, mas como prática incorporada e passível de uma certa estruturação. Essa nova leitura permite que as ações individuais estejam inscritas numa situação determinada e que sejam levadas à cabo através de uma incorporação perceptiva do mundo. Essa incorporação perceptiva é fruto de uma nova lógica do corpo e do desenvolvimento cognitivo dos atores como chave de análise de seus impulsos de ação e criação do mundo social. Assim, a noção de Joas é que a ação criativa não é completamente livre de estruturas objetivas, mas é uma ação que gera novas respostas às demandas sociais, estando inscrita, porém, num contexto dado. A criatividade, para Joas, está presente em toda e cada ação, de maneira latente, e vem à tona por meio de injunções de diversas oportunidades e pela necessidade individual de responder às situações apresentadas cotidianamente.
I felt a bit let down by the end of this as I do not think Joas was successful in articulating a coherent and actionable theory of creative action. I also found the English translation to be awkward in several places with periods put in places where a full thought was obviously not given and then no question marks when Joas was obviously posing a question.
However even though I think Joas failed in delivering his stated thesis, the book has many incredible insights and critiques that I thoroughly enjoyed and when the translation was good (which it is for 95% of it) Joas writing style is brilliant which is why the 4-star rating. It is also valuable to see what the thinking was on many topics that have now had 30 years to evolve.
Reads very smoothly for German social theory. Joas loves American pragmatism, particularly G.H. Mead and makes his work a jumping off point for his thesis on the fundamental creativity of human action.