No início da guerra, em 22 de junho de 1941, o dia em que Alexander e Tatiana se conheceram, havia três milhões de civis em Leningrado. Na primavera de 1942, apenas um milhão de pessoas permaneciam ali. E o cerco não havia terminado.
Depois de deixar Tatiana e Dasha Metanova dentro de um caminhão que seguia pela Estrada da Vida com destino a Molotov, Alexander não tinha nada além de esperanças. Não havia uma única correspondência sequer de Dasha ou Tatiana, nada que indicasse que ambas haviam chegado em segurança a seu destino.
Na segunda parte de uma das maiores sagas de amor de todos os tempos, será praticamente impossível conter a emoção ao acompanhar a busca obstinada do ilustre oficial do Exército Vermelho, Alexander Belov, por sua Tatia. E ainda mais arrebatador presenciar se eles conseguirão viver esse intenso amor diante de tantas ameaças, em meio ao cruel cenário da Segunda Guerra Mundial.
Paullina Simons was born in Leningrad, USSR, in 1963. At the age of ten her family immigrated to the United States. Growing up in Russia Paullina dreamt of someday becoming a writer. Her dream was put on hold as she learned English and overcame the shock of a new culture.
After graduating from university and after various jobs including working as a financial journalist and as a translator Paullina wrote her first novel Tully. Through word of mouth that book was welcomed by readers all over the world.
She continued with more novels, including Red Leaves, Eleven Hours, The Bronze Horseman, The Bridge to Holy Cross (also known as Tatiana and Alexander), The Summer Garden and The Girl in Times Square (also known as Lily). Many of Paullina's novels have reached international bestseller lists.
Apart from her novels, Paullina has also written a cookbook, Tatiana's Table, which is a collection of recipes, short stories and recollections from her best selling trilogy of novels, The Bronze Horseman, The Bridge to Holy Cross, (also known as Tatiana and Alexander) and The Summer Garden.
A segunda parte de "O cavaleiro de bronze" destaca-se pelo desenvolvimento da história de amor entre Tatiana e Alexandre. Alexandre demonstra ser um verdadeiro cavaleiro neste livro, sempre preocupado com a sua Tatia e é capaz de todo para salva-la. Continua a ser possessivo, controlador e ciumento. Mas todo é desculpado por entende-se que ele ama verdadeiramente a doce Tania. Entende-se melhor o misterioso Alexandre através dos episódios de guerra, em que ele luta para sobreviver e salvar os seus companheiros.
Já Tatiana amadureceu muito neste livro. Tornou-se numa mulher corajosa, altruísta e bastante humana. A guerra tirou-lhe toda a sua família. Encontrando conforto apenas nos braços de Alexandre. E através do seu trabalho na Cruz Vermelha.
Este livro é repleto de cenas belas. Destaco a cena em que Tatiana e Alexandre dialogam sobre "O cavaleiro de bronze" de Puskin e quando Tatiana salva o seu amado das garras da morte. O final é dramático. Novamente o nosso casal preferido é separado.
É sobretudo uma história de amor, redenção e perdão.
Um momento de alegria, um pouquinho de primavera nessale inverno sem fim que é a vida de Alexander e Tatiana. Meu Deus, esse livro me deixou em caquinhos. 🤧💔
O portão dourado é o segundo livro da trilogia Cavaleiro de Bronze, e devo dizer que essa resenha tem uma parte com spoilers e uma parte sem spoilers porque simplesmente é a continuação do primeiro volume e preciso comentar algumas coisas. O livro é uma série que se passa no período da Segunda Guerra Mundial, mas do lado da Rússia e nos apresentará a história de amor de Tatiana, uma jovem russa, com Alexander, um soldado americano. Uma história evolutiva com um turbilhão de emoções que você vai sentir ao ler.
O livro é dividido em duas partes, como se fossem duas estações completamente distintas, e acho que esse foi um ponto crucial para o desenvolvimento da história. A primeira parte é calor e verão, a segunda parte é fria e puro inverno. Na minha leitura, ambas as partes foram rápidas demais apesar das mais de 400 páginas. Só que, vou recomendar aqui: tenha os três volumes antes de começar a série. Depois desse, eu simplesmente me dei meio dia para respirar e no seguinte já engatei no terceiro e último livro. Acontecimentos são corridos e não é a todo momento que a autora fica voltando neles para que você possa criar a ideia ou ligar os pontos.
Esse, particularmente, foi o meu livro favorito da saga e posso afirmar com toda a certeza. Eu não conseguia parar de ler em nenhum momento. A leitura é fluida, as cenas são cativantes e só te dão margem para algo que nem imaginaríamos que de fato poderia acontecer e gostei bastante disso, porque ao mesmo tempo que você cria expectativa, as coisas desenrolam de outra forma e numa velocidade absurda. As respostas vêm com o tempo e você vai se surpreender com os personagens e com a história. Recomendo muito a história e a série, sem dúvidas! E se eu sinto que falei pouco na resenha? Sim! Mas eu amei tanto que não tenho nem como falar algumas coisas, simplesmente sentir.