A primeira vez que vi o livro e li a sinopse, julguei que estava perante um romance cor-de-rosa, mas assim que li que era um romance-histórico e li algumas opiniões, senti-me tentada a dar uma oportunidade ao livro. E ainda bem que o fiz.
O livro acompanha a história de Mary Broad, uma jovem que foi condenada a forca por ter roubado um chapéu, mas a qual lhe é dada a oportunidade de ir para a Austrália durante 7 anos. No entanto, onde podemos julgar que a sua vida lhe poderia ser mais fácil, Mary depara-se com muitas dificuldades.
Uma história que foca a vida de Mary, com todas as suas dificuldades, de forma crua, e não romanceada, principalmente as descrições das condições de vida dos prisioneiros, quer nos barcos em que são transportados, quer no colónia.
Apesar de alguma dureza no relato, ter momentos muito emotivos, capazes de nos levar às lágrimas.
Mary é uma mulher determinada com uma força de vontade simplesmente avassaladora, e tenho pena de não se saber muito mais sobre esta mulher, pois gostaria de saber o que o futuro lhe reservou.
Quando tentei pesquisar mais sobre Mary, descobri que foi feito um filme baseado na sua história, e vou tentar arranja-lo para ver.
Adorei e estou certa que mais tarde ou mais cedo, vou reler este livro.