Andrea Wirkus

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O Efeito Urano
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Os Sertões
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Book cover for Os sertões
E por mais inexperto que seja o observador — ao deixar as perspectivas majestosas, que se desdobram ao Sul, trocando-as pelos cenários emocionantes daquela natureza torturada, tem a impressão persistente de calcar o fundo recém-sublevado de ...more
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Simone de Beauvoir
“Eles acabam comigo os calhordas. A tourada de amanhã me mata. Eu quero ganhar. Eu quero eu quero eu quero eu quero eu quero. Vou deitar cartas para mim. Não. Em caso de infelicidade eu me atiro pela janela eu não quero isso os deixaria eufóricos demais. Pensar em outra coisa. Em coisas alegres. O pequeno bordelês. Não esperávamos nada um do outro não nos fazíamos perguntas nem promessas nós nos metíamos na cama e nos amávamos. Durou três semanas e ele partiu para a África eu chorei chorei. É uma lembrança que me repousa. Essas coisas só acontecem uma vez na vida. Que pena! Quando penso nisso eu me digo que se tivessem sabido me amar eu teria sido a ternura em pessoa.”
Simone de Beauvoir, The Woman Destroyed

William Faulkner
“É preciso duas pessoas para fazer alguém, e uma para morrer. É assim que o mundo vai acabar.”
William Faulkner

Vera Iaconelli
“Fazer o luto é seguir em frente, recuperando a vida depois da rasteira, mesmo que carregando uma pedra no bolso.”
Vera Iaconelli, Análise

Albert Camus
“Os flagelos, na verdade, são uma coisa comum, mas é difícil acreditar neles quando se abatem sobre nós. Houve no mundo igual número de pestes e de guerras. E contudo as pestes, como as guerras, encontram sempre as pessoas igualmente desprevenidas. Rieux estava desprevenido, assim como os nossos concidadãos; é necessário compreender assim as duas hesitações. Por isso é preciso compreender, também, que ele estivesse dividido entre a inquietação e a confiança. Quando estoura uma guerra, as pessoas dizem: ‘Não vai durar muito, seria estúpido’. Sem dúvida, uma guerra é uma tolice, o que não a impede de durar. A tolice insiste sempre, e nós a compreenderíamos se não pensássemos sempre em nós. Nossos concidadãos, a esse respeito, eram como todo mundo: pensavam em si próprios. Em outras palavras, eram humanistas: não acreditavam nos flagelos. O flagelo não está à altura do homem; diz-se então que o flagelo é irreal, que é um sonho mau que vai passar. Mas nem sempre ele passa e, de sonho mau em sonho mau, são os homens que passam e os humanistas em primeiro lugar, pois não tomaram as suas precauções. Nossos concidadãos não eram mais culpados que os outros. Apenas se esqueciam de ser modestos e pensavam que tudo ainda era possível para eles, o que pressupunha que os flagelos eram impossíveis. Continuavam a fazer negócios, preparavam viagens e tinham opiniões. Como poderiam ter pensado na peste que suprime o futuro, os deslocamentos e as discussões? Julgavam-se livres e jamais alguém será livre enquanto houver flagelos.”
Albert Camus, La peste

Lorena Portela
“-- Eu gosto de pensar que estamos vivendo, eu e tu, uma coisa que não é definida no conceito nem do espaço nem do tempo - ela continuou. - Porque isso, nós duas aqui nessa cama, está acontecendo hoje, sim, mas está acontecendo para sempre também. Nós estamos aqui e estaremos em outros lugares, tão logo nos movamos, e isso segue com a gente. E porque estamos aqui, nesta cama, neste hoje, determinamos acontecimentos diferentes dos que aconteceriam se estivéssemos em outros lugares. Todas as decisões que tomei na vida me trouxeram aqui. Tudo que vou ser daqui por diante vai ter isso comigo e os pequenos acontecimentos decorrentes disso determinarão outras coisas em outros momentos. E, mesmo quando não estivermos aqui, isso já existiu e uma existência é inteira, absoluta, irrevogável. Tudo que existiu não inexiste nunca mais.”
Lorena Portela, Primeiro Eu Tive Que Morrer

215889 Literatura Lésbica/Bissexual/Afins — 5 members — last activity Jul 27, 2019 01:33AM
Grupo de leituras em grupo, 1 capítulo por semana de livros com temática LGBT e personagens lésbicas/bissexuais e afins.
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Camilla
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talita
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